segunda-feira, 25 de julho de 2011

SER FELIZ É !!!



Ser feliz é...
...acordar e ter que trabalhar...
...ver a caixa do correio cheia...
...ter um monte de recados na secretária eletrônica...
...mas no meio deles, um que diz:
"Estou com muita saudade de você!"
...ver que no almoço a cozinheira fez uma salada de jiló...
...mas o prato principal está apetitoso e é o seu preferido!
...estar num trânsito terrível...
...mas ligar o rádio e ouvir a sua música predileta tocando, lembrando de um modo especial de alguém e esse
alguém é Jesus.
...brigar com o cachorro porque ele comeu seu sapato...
...mas ser recebida por ele, com festa, todos os dias quando chega em casa!

Ser feliz é...
...chegar em casa exausto(a)....
... ter um monte de problemas...
...mas ser capaz de sorrir com as pequenas coisas do dia- a- dia!!!

Ser feliz é...
...reconhecer que temos pessoas especiais ao nosso lado, mesmo estando a quilômetros de distância.

Ser feliz é...
...saber que, mesmo estando sozinho (a), há um DEUS que nunca nos desampara e está sempre pronto para nos ouvir.

Ágape: amor incondicional, o amor generoso, o amor sem limites.



Você diz: "Isso é impossível"
Ágape diz: "Tudo é possível"

Você diz: "Eu já estou cansado"
Ágape diz: "Eu te darei o repouso"

Você diz: "Ninguém me ama de verdade"
Ágape diz: "Eu sou o verdadeiro amor"

Você diz: "Não tenho condições"
Ágape diz: "A graça de Deus é suficiente"

Você diz: "Não vejo saída"
Ágape diz: "Que Deus vai guiar teus passos"

Você diz: "Eu não posso fazer"
Ágape diz: "Com Deus você pode fazer tudo"

Pe. Marcelo Rossi

sexta-feira, 8 de julho de 2011

UM SENTIMENTO QUE ENVOLVE O MEDO DE PERDER O AMOR DA PESSOA AMADA!



Quem nunca ouviu dizer que o ciúme é o tempero do amor? E você? O que acha disso? Temos assistido muitos casos nos quais esse sentimento [ciúme] é o “fósforo aceso na pólvora”, ou seja, provoca reações inesperadas e de total descontrole. Pensando assim, você ainda acha que senti-lo é normal?

Fatores culturais fazem com que acreditemos que o ciúme é uma prova de amor e que pequenos sacrifícios, como deixar de ir a determinados lugares ou trocar de roupa para que a pessoa amada não se chateie, são bem-vindos e são aquele “tempero” no amor. A grande questão é que os tais “pequenos sacrifícios” e este “tempero” transformam-se em aprisionamentos à medida em que o tempo passa. Estar com o outro passa, então, a não ter tanto sentido, perde a graça, e, certamente, mexe com as estruturas de qualquer relacionamento.

Do ponto de vista psicológico é um sentimento que envolve o medo de perder o amor da pessoa amada e está diretamente relacionado à falta de confiança no outro e, sobretudo, em si próprio. Quando ele se torna exagerado, consideramos que se transforma numa doença, chegando a pensamentos obsessivos. A complexidade do ciúme é grande, pois envolve pensamentos, emoções, comportamentos e reações físicas.

Pessoas ciumentas comportam-se a ponto de certificar frequentemente se são queridas, se as pessoas podem dar provas de amor ou mesmo pedindo provas para que este amor seja certificado, tais como: proibir o amado de visitar um determinado lugar, usar esta ou aquela roupa, prometer que fará ou não fará uma coisa, dentre tantas outras.

Muitas vezes, coloca-se nesses pedidos, que são coisas externas, o significado do amor, que de um sentimento interior, passa a ser construído com provas externas. Ciumentos fazem interpretações distorcidas e, geralmente, fazem isso não apenas com seu par amoroso, mas também nas relações de amizade, trabalho, família, cobrando atenção e isso vale até mesmo para o uso de objetos pessoais por outras pessoas.

Vale lembrar que, quando excessivo, ele se torna um problema de saúde psicológico, pois a pessoa começa a ter sentimentos paranoicos, delírios de perseguição e temor imaginário de que a pessoa está sendo vítima do mundo, com muitas fantasias, imprecisão e dúvidas ligadas a ideais supervalorizados ou delirantes são percebidas de fato como reais.

Muitas vezes, a pessoa passa a ter compulsão em dirimir suas dúvidas e, com isso, passa a invadir a privacidade do outro, abrindo correspondências, mexendo nos bolsos, no celular, nas redes sociais, fazendo um perfil falso para tentar “cavar” provas de infidelidade e tantas outras atitudes extremistas. Parecem atitudes bobas e até mesmo são reconhecidas pelo parceiro, mas não servem em nada para aliviar o ciúme, e sim, aumentam a sensação de desconforto.

Se você passa por esta situação, é importante que converse bastante sobre o assunto com seu par, procurando, juntos, as alternativas que permitam que o verdadeiro amor, baseado na confiança e na cumplicidade, possa crescer entre vocês, deixando também que Deus aja na insegurança, nos reflexos de dificuldades afetivas do passado, bem como buscar ajuda especializada quando perceber que a situação tomou uma proporção maior do que aquela que vocês podem administrar sozinhos.


Elaine Ribeiro, Psicóloga Clínica e Organizacional
Blog: temasempsicologia.wordpress.com
Twitter: @elaineribeirosp